“O senhor vê. Contei tudo. Agora estou aqui, quase barranqueiro. (...) Amável senhor me ouviu, minha ideia confirmou: que o Diabo não existe. Pois não? O senhor é um homem soberano, circunspecto. Amigos somos. Nonada. O diabo não há! É o que eu digo, se for... Existe é homem humano. Travessia.”
João Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas.
domingo, 18 de julho de 2010
Morbidez?
Lendo um conto de Isaac Babel, encontrei meu epitáfio: "amante de livros e de coisas belas". Pode parecer mórbido, mas verdadeiro. É como gostaria de ser lembrado.
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