“O senhor vê. Contei tudo. Agora estou aqui, quase barranqueiro. (...) Amável senhor me ouviu, minha ideia confirmou: que o Diabo não existe. Pois não? O senhor é um homem soberano, circunspecto. Amigos somos. Nonada. O diabo não há! É o que eu digo, se for... Existe é homem humano. Travessia.” João Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas.
sábado, 16 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
43 melhores filmes do século XXI
A revista Monet divulgou uma lista com os melhores filmes do Século XXI, escolhidos por nomes como Dustin Hoffman, Michael C. Hall, Patrícia Pillar, Fernando Meirelles, Hector Babenco e José Padilha. Daí, resolvi fazer a minha própria. Saíram 43 filmes. Só tentei não ser muito óbvio e não me preocupei muito com a ordem cronológica.
1. Cidade de Deus;
2. Fale com ela;
3. Dogville;
4. O senhor dos anéis;
5. Brilho eterno de uma mente sem lembranças;
6. Apenas uma vez;
7. Na natureza selvagem;
8. Juno;
9. Vênus;
10. As invasões bárbaras;
11. Menina de ouro;
12. Sobre meninos e lobos;
13. Batman - cavaleiro das trevas;
14. Kill Bill vol. 1;
15. Encontros e desencontros;
16. 21 gramas;
17. Closer - perto demais;
18. Antes do pôr-do-sol;
19. Lúcia e o sexo;
20. Minha vida sem mim;
21. Histórias proibidas;
22. O filho da noiva;
23. A estranha família de Igby;
24. Balzac e a costureirinha chinesa;
25. Secretária;
26. Terra de sonhos;
27. Adeus, Lênin!;
28. O agente da estação;
29. O amor custa caro;
30. Primavera, verão, outono, inverno... e primavera;
31. Mar adentro;
32. Mar de fogo;
33. O lenhador;
34. Garota da vitrine;
35. Houve uma vez dois verões;
36. Uma vida iluminada;
37. Pecados íntimos;
38. 300;
39. Homem-aranha;
40. Dúvida;
41. Homem de ferro;
42. Sete vidas;
43. Wall.E.
1. Cidade de Deus;
2. Fale com ela;
3. Dogville;
4. O senhor dos anéis;
5. Brilho eterno de uma mente sem lembranças;
6. Apenas uma vez;
7. Na natureza selvagem;
8. Juno;
9. Vênus;
10. As invasões bárbaras;
11. Menina de ouro;
12. Sobre meninos e lobos;
13. Batman - cavaleiro das trevas;
14. Kill Bill vol. 1;
15. Encontros e desencontros;
16. 21 gramas;
17. Closer - perto demais;
18. Antes do pôr-do-sol;
19. Lúcia e o sexo;
20. Minha vida sem mim;
21. Histórias proibidas;
22. O filho da noiva;
23. A estranha família de Igby;
24. Balzac e a costureirinha chinesa;
25. Secretária;
26. Terra de sonhos;
27. Adeus, Lênin!;
28. O agente da estação;
29. O amor custa caro;
30. Primavera, verão, outono, inverno... e primavera;
31. Mar adentro;
32. Mar de fogo;
33. O lenhador;
34. Garota da vitrine;
35. Houve uma vez dois verões;
36. Uma vida iluminada;
37. Pecados íntimos;
38. 300;
39. Homem-aranha;
40. Dúvida;
41. Homem de ferro;
42. Sete vidas;
43. Wall.E.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
"Ler é um dos grandes prazeres da solidão"
O prefácio tem coisas bem interessantes:
"Não existe apenas um modo de ler bem, mas existe uma razão precípua por que ler. Nos dias de hoje, a informação é facilmente encontrada, mas onde está a sabedoria? Se tivermos sorte, encontramos um professor que nos oriente, mas, em última análise, vemo-nos sós, seguindo nosso caminho sem mediadores. Ler é um dos grandes prazeres da solidão; ao menos segundo a minha experiência, é o mais benéfico dos prazeres. Ler nos conduz à alteridade e, portanto, alivia a solidão. Lemos não apenas porque, na vida real, jamais conheceremos tantas pessoas como através da leitura, mas, também, porque amizades são frágeis, propensas a diminuir em número, a desaparecer, a sucumbir em decorrência da distância, do tempo, das divergências, dos desafetos da vida familiar e amorosa.
..............................................
(...) Lemos Shakespeare, Dante, Chaucer, Cervantes, Dickens, Proust e seus companheiros porque nos enriquecem a vida. (...) Lemos, intensamente, por várias razões, a maioria das quais conhecida: porque, na vida real, não temos condições de "conhecer" tantas pessoas, com tanta intimidade; porque precisamos nos conhecer melhor; porque necessitamos de conhecimento, não apenas de terceiros e de nós mesmos, mas das coisas da vida. Contudo, o motivo mais marcante, mais autêntico, que nos leva a ler, com seriedade, o cânone tradicional (hoje em dia tão desrespeitado), é a busca de um sofrido prazer."
sexta-feira, 27 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
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